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SAÚDE 17/03/2019 03:12 Fabíola Tormes / Redação Diário da Serra

Caso suspeito de Sarampo é investigado em Tangará

O material foi colhido de uma criança de apenas nove meses e enviado para exames laboratoriais

A Secretaria Municipal de Saúde confirmou que há um caso suspeito de sarampo em investigação em Tangará da Serra, uma doença infecciosa aguda, viral, transmissível e extremamente contagiosa.


De acordo com a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Juliana Herrero, o material foi colhido de uma criança de apenas nove meses e enviado para exames laboratoriais. “Temos um exame preliminar positivo e hoje [sábado] fizemos uma nova coleta”, informa a responsável, ao afirmar que após a notificação feita à Vigilância Epidemiológica foram desencadeadas as ações preconizadas pelo Ministério da Saúde, entre elas a visita da equipe de saúde na residência do paciente para investigação do caso suspeito e possibilidade de outros casos suspeitos; e coleta de material biológico para realização do exame laboratorial para a conclusão do diagnóstico. 
 

“Agora temos que fazer um alerta para a nossa população, pois teremos que fazer vacina de bloqueio, principalmente na região da Vila Horizonte (onde reside a criança). Pessoas que não tenham comprovação vacinal contra o Sarampo ou pessoas que não tenham a vacina, que tem o cartão, mas nunca foram imunizados, vão precisar procurar a Unidade de Saúde da Família mais próxima para fazer essa vacina”, alerta.
 

A vacina contra o Sarampo (tríplice viral, tetra viral, dupla viral, MMR), está disponível diariamente em todas as unidades de Saúde de Tangará da Serra.
 

“Lembrando que o Sarampo pode ter um período de incubação até de 21 dias, então a gente não descarta a possibilidade de ter adquirido a doença em Cuiabá e ter vindo para cá”, completa, ao explicar que a família esteve na capital do Estado em fevereiro e somente depois de retornar a Tangará que os primeiros sintomas foram manifestados. “Essa criança, a princípio, não tinha essa suspeita e ela teve em vários locais da cidade. Então, pessoas que apresentem sintomas como febre, dor de garganta, manchas pelo corpo, coriza, tem que procurar uma Unidade de Saúde da Família para poder fazer esse atendimento. Mas não precisa pânico, mas cuidado”.
 

Transmissão - A transmissão ocorre diretamente, de pessoa a pessoa, geralmente por tosse, espirros, fala ou respiração, por isso a facilidade de contágio da doença. Além de secreções respiratórias ou da boca, também é possível se contaminar através da dispersão de gotículas com partículas virais no ar, que podem perdurar por tempo relativamente longo no ambiente, especialmente em locais fechados como escolas e clínicas. A doença é transmitida na fase em que a pessoa apresenta febre alta, mal-estar, coriza, irritação ocular, tosse e falta de apetite e dura até quatro dias após o aparecimento das manchas vermelhas.


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